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O EUCALIPTO NO BRASIL
O eucalipto foi introduzido no Brasil em 1904, com o objetivo de suprir as necessidades de lenha, postes e dormentes das estradas de ferro. Na década de 50 passou a ser produzido como matéria prima para o abastecimento de siderúrgicas, fábricas de papel e celulose. 

Atualmente, em decorrência do desenvolvimento da consciência ecológica em favor da proteção racional às florestas nativas do país, o mercado tem crescido consideravelmente, conquistado novos espaços e desmistificado questões sobre a durabilidade, qualidade e segurança em sua utilização. 

Empresas têm se especializado no segmento de madeira tratada, aliando a preservação ambiental ao consumo qualificado. Este é o caso da UTRAMAD MG, que trabalha com atividades de reflorestamento de eucalipto. A empresa investiu em tecnologia para tratamento das toras, obedecendo aos mais rígidos padrões de controle e qualidade. 

O tratamento de madeira reflorestada de eucalipto consiste em um processo industrial de tratamento por célula cheia a vácuo em pressão em autoclave. O tratamento assegura à madeira a proteção contra o ataque de fungos e insetos, por longo tempo. 

A UTRAMAD MG realiza, semanalmente, análises técnicas e laboratoriais para o controle do produto. Estes padrões são a garantia para o consumidor que adquire a madeira com alta durabilidade e segurança, com excelente desempenho como elemento construtivo, utilizado em cercas residenciais e rurais, currais de manejo para pecuária de corte e leite, obras residenciais e comerciais, parques infantis e outros.

O setor da construção civil também tem aderido ao consumo de madeira tratada. “A madeira de eucalipto na construção civil tem um custo bem menor que a madeira de florestas nativas. Se o m³ de Paraju tem um custo de R$ 2.000,00, com a utilização do eucalipto esse custo cai para R$ 850,00 o m³”.

O uso do eucalipto tratado também significa economia na construção de cercas, chegando a uma diferença de 50% nos custos. A variação no tempo de vida útil entre a nativa e a tratada chega a média de 15 anos, e o que contribui para isto são fatores como a alta resistência à ação das chuvas e a inibição à corrosividade dos metais em contato com a madeira.